
"o boticário do Tojal era como todos os boticários, ou ainda melhor talvez, todos os boticários estavam dignamente representados no boticário do Tojal. A farmácia não era grande, aceada, bonita. Os caixilhos da porta não tinham vidros, e na janela paralela à porta os vidros eram substituidos por folhas de papel ",
"Entremos à botica to Tojal numa das últimas noites de Julho de 1843".
Alberto Pimentel, O Testamento de Sangue, 2ªed.,Livraria Figueirinhas, Porto, 1946, pp. 233-240
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