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terça-feira, 20 de julho de 2010

Beleza espontânea

Sargacinha (Alimium calycinium L)

Alface-dos-montes (Andryala integrifolia)

Esporas (Delphinium ajacis)

Corriola (Convolvulus)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Flor do sabugueiro

Sambucus nigra

olho-de-mocho

Olho-de-mocho (Tolpis barbata).

domingo, 13 de junho de 2010

Beleza fatal

Erva-moura (Solanum villosum).

Esta planta, apesar da sua beleza na floração, era um perigo para o gado, concretamente o bovino. Assim, quando se cortava o "penso" para estes animais, tinha-se o extremo cuidado em retirar estas plantas que vinham juntamente com outras ervas. Depois de flor, surgem umas pequenas bagas negras.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

S. Tiago prepara o S. João

Rio Douro visto do Castro de Arados. ( Foto Fernando Costa)

Allium sphaerocephalum (?). Esta espécie espontânea será uma dádiva de S. Tiago, lá no cimo do castro, como forma de preparar o S. João cá no fundo, junto ao rio Douro.
( Foto Fernando Costa) Por trás da cor de vinho do Allium, os pontos laranja não são mais do que as minúsculas flores da Anagallis foemina também muito belas. ( Foto Fernando Costa)

Pormenor da flor da Anagallis foemina. ( Foto J. Costa)


Allium sphaerocephalum (?) ( foto F. Costa )

Por mais beleza que este lugar especial nos ofereça, infelizmente não há santo ( S.Tiago ou S. João) que nos valha na defesa deste castro. Constantemente são vandalizadas as estruturas de um testemunho que deveria ser orgulho de uma população que herdou daí as suas origens, quer queira ou não. Destruir este património será destruir a sua própria memória.
Fotografia: Fernando Costa
Legendas: João Costa

advento das amoras

A brancura da pétalas dará lugar ao negro aroma das amoras.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Plantas e histórias

Spiraea
Há plantas que nos transportam no tempo. Esta traz-me à memória dois aspectos totalmente opostos. Por um lado, o mais agradável, servia para construirmos os pauzinhos brilhantes do "Mikado", com as hastes da planta, imitando o brinquedo de plástico devidamente embalado, mas que custava dinheiro, claro. Mas este produto artesanal e perfeitamente natural desempenhava a mesma função. Por outro lado, o mais negativo, ainda me lembro do "malhanço" que dei em cima de uma ramada, a cerca de três ou quatro metros de altura. Felizmente, tive sorte de não me ter magoado seriamente nos arames esticados. Tudo isto porque esta planta crescia num muro estreito, a vários metros do chão, e aventurei-me por lá a "fugir" de casa, para ir jogar à bola, ou fazer outras traquinices.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Canteiro natural

Erva-das-sete-sangrias ( Lithodora prostrata) .
Castro de Arados, em 2005.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Flor à Mãe

Imagem: Artur Vieira ( um neto)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Flores da época II

Certamente nas memórias de infância.

Flores da época

Tojo ( Ulex europaeus)
Chelidonium majus

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Flora de Alpendorada II

Fumaria officinalis

Rumex indaturus


Narcisus triandus ( campainhas)


Digitalis purpurea ( Dedaleira)

Genista scorpius (maias)

Hedera helix

Salix sp (Vime)

Salix alba ( Salgueiro)

Mimosa pudica L.

A flora que nos cerca - Flora de Alpendorada

Phitolaca americana ( uva - de - raposa)

Daphne gnidium ( trovisco)

Lithodora fruticosa ( fotografada no Ladário).


Borago officinalis

Echium vulgare

Avena barbata

Chelidonium majus L

Flor da Silva, antes da amora.

Datura Stramonium

Briza maxima

Rosmarinus officinalis (alecrim)

Chrysanthemum segetum

Hordeum murinum

Delphinium ajacis

Carpobrotus edulis