quarta-feira, 6 de julho de 2011
Miniatura do Engenho de Linho por Rui Silva
Rui Silva é um artesão do Ribatejo que se dedica à recolha e posterior construção de engenhos e alfaias agrícolas em miniatura. Nessa pesquisa, descobriu no Cultalpendorada o Moinho de Linho, situado no lugar da Granja. Após vários contactos e uma deslocação a Alpendorada para analisar in loco o engenho, Rui Silva pôs mãos à obra. Neste momento, já podemos mostrar a evolução do excelente trabalho.
Se existe interesse no nosso património, é indispensável que o mesmo seja preservado. Uma primeira etapa estará dada com a recente aquisição do espaço por parte da Junta de Freguesia. Será importante que a recuperação se concretize, para que não fiquemos somente com o excelente testemunho da miniatura.
Para já, o nosso obrigado a Rui Silva que, desta forma, divulga a nossa terra e o nosso património.
Miniatura do engenho (à escala) construída por Rui Silva.
( Foto: Rui Silva)

Engenho fotografado em 2010.Se existe interesse no nosso património, é indispensável que o mesmo seja preservado. Uma primeira etapa estará dada com a recente aquisição do espaço por parte da Junta de Freguesia. Será importante que a recuperação se concretize, para que não fiquemos somente com o excelente testemunho da miniatura.
Para já, o nosso obrigado a Rui Silva que, desta forma, divulga a nossa terra e o nosso património.
Miniatura do engenho (à escala) construída por Rui Silva.( Foto: Rui Silva)
Exterior do engenho. ( foto de 2010)
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Miniatura do Engenho de Linho por Rui Silva
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Os vencedores do 1º Festival Infanto Juvenil ARADUM
Escalão (6-12 anos)
1º Joana Filipa Pinto Fernandes
2º Mariana Rodrigues da Costa
3º Helena Isabel de Freitas Branco
2º Escalão (13-16 anos)
1º Inês Filipa Pinheiro da Silva Semide
2º Juliana Beatriz Pinto Fernandes
3º Ana Lúcia Soares da Silva e Cristiana Filipa Soares da Silva
Os restantes concorrentes, também vencedores, quer pela qualidade quer pela coragem de enfrentar o público e o palco
Rita Alexandra Sousa Cruz
Miguel Ângelo de Sousa Monteiro
Inês Beatriz Sousa Cruz
Rodrigo Manuel Fernandes Bernardo
Ana Beatriz Lopes da Silva F. Ramos
Francisca Salomé Monteiro Vieira
O Festival foi um êxito, quer por parte dos participantes e apresentadores, quer pelo numeroso público e sua receptividade.
Concertos do grupo Cantoria
16 de Julho - Mesão Frio
29 de Julho e início de Setembro - Paredes de Viadores







1º Joana Filipa Pinto Fernandes
2º Mariana Rodrigues da Costa
3º Helena Isabel de Freitas Branco
2º Escalão (13-16 anos)
1º Inês Filipa Pinheiro da Silva Semide
2º Juliana Beatriz Pinto Fernandes
3º Ana Lúcia Soares da Silva e Cristiana Filipa Soares da Silva
Os restantes concorrentes, também vencedores, quer pela qualidade quer pela coragem de enfrentar o público e o palco
Rita Alexandra Sousa Cruz
Miguel Ângelo de Sousa Monteiro
Inês Beatriz Sousa Cruz
Rodrigo Manuel Fernandes Bernardo
Ana Beatriz Lopes da Silva F. Ramos
Francisca Salomé Monteiro Vieira
O Festival foi um êxito, quer por parte dos participantes e apresentadores, quer pelo numeroso público e sua receptividade.
Concertos do grupo Cantoria
16 de Julho - Mesão Frio
29 de Julho e início de Setembro - Paredes de Viadores
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Festival Cantoria
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Heróis à moda de Trás-os-Montes

(Clique nas imagens para aumentar)
Nota: A apresentação no Ecomuseu do Barroso foi adiada para 22 de julho, às 21.30.
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Heróis à moda de Trás-os-Montes
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Títulos aqui tão perto
Não resisti a cimentar ali uma padieira para disfarçar a mordidela que deram ao monumento. Esta fui buscá-la ao Memorial, enquanto a de Mafra veio de Pêro Pinheiro.
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Memorial do Convento
20º. aniversário de elevação a Vila
sábado, 11 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
O grilo
Fui aos grilos. Afinal, é como andar de bicicleta, não se desaprende com o tempo.
Apanhava-os ao pé do Ribeiro, perto do Ordonho, entre o cheiro da roupa a corar, a sinfonia grilante, o sol e a erva que servia de tempre à roupa estendida. Entre o regar da brancura de lençóis, camisas e outros farrapos, lá se ia escarafunchando uma e outra casota de grilos. A arma era uma haste de junco que por ali se nos oferecia à mão. Sentindo-se picado, o tesouro de antenas, nunca pensando que eram festinhas ou cócegas, saía da sua casa natural, para viver temporariamente numa caixita de fósforos.
Havia também daqueles caçadores que, por falta de jeito, de junco, ou paciência, mijavam para a toca, para que a presa saísse. Com sorte, salvava-se de um afogamento. Era a "grila" a chamar pelo grilo! Mas o terror não acabava aqui. O apanhador ainda se punha com uma cantilena igualzinha à que vinha dos buraquitos - gri... gri... gri... gri... salta cá pra fora que eu já te vi! E os mais curéis acrescentavam "c'oa faquinha e c'o facão pra cortar teu coração". Claro que estes incentivos só faziam com que o grilo, se pudesse, esburacasse até ao outro lado do mundo.
Tirei-o da toca, suavemente, com o tal junco. Gravei-o na memória e guiei-o a casa. De longe, lá o vi regressar à soleira da porta para continuar o seu canto.
Só faltou um bocadito de serradela para lhe agradecer a reportagem.

quarta-feira, 11 de maio de 2011
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